Crise: uma palavra que causa arrepio as grandes empresas mundiais, aos governantes e principalmente aos trabalhadores. Entretanto, não é assim que ela tem sido vista pelos terceirizados e pelos prestadores de serviço, donos do novo perfil do mercado de trabalho.
Com a onda de demissões de empregados na indústria e na agricultura, são as companhias terceirizadas que ganham vez e atraem os olhos daqueles que pretendem se manter em alta, sem prejuízos, no cenário da economia global.Isso fica evidenciado num trecho da entrevista de José Pastore, professor especialista em relações de trabalho ao jornal O Globo:
" - Quando a economia for retomada, não serão repostas todas as vagas cortadas. Os quadros fixos das corporações devem diminuir, para conter custos."
Entre os setores que mais sofrem, se encontram o industrial e o financeiro, que teve um corte de 325 mil funcionários em um ano e meio. Em um futuro, nem tão distante, profissionais que lidam com sistemas de comunicação, engenheiros ligados à informática, assistentes sociais e trabalhadores ambientais, terão uma boa vantagem. Como comprova o professor da PUC José Marcio Camargo, em entrevista ao Globo:
" - Mudou o tipo de emprego, o futuro do mundo são os serviços, e o que aumentará a qualidade do emprego é a educação."
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